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Levantando a Nuvem

Diretor-presidente do Serpro explica como será o primeiro ambiente em nuvem do governo brasileiro, que tem lançamento previsto para setembro
14/08/2013 20:15
Levantando a Nuvem

Segundo Mazoni, a primeira nuvem do governo federal será lançada dia 1º

A partir de 1º de setembro, entra em funcionamento a primeira nuvem do governo. Desenvolvido pelo Serpro, o ambiente vai abrigar, de início, sistemas para o programa “Cidades Digitais”. São soluções de educação, atendimento médico hospitalar, gestão e comunicações para cerca de 200 municípios brasileiros. O anúncio foi feito no segundo dia do Consegi pelo diretor-presidente do Serpro, Marcos Mazoni.  

No início era o mainframe 

A computação, de início, dependia dos grandes mainframes. Sua evolução natural levou ao padrão cliente/servidor e, finalmente, à nuvem. Para Mazoni, essa última tecnologia tem se mostrado especialmente receptiva às tecnologias livres. “É bom lembrarmos o exemplo da HP, que tinha uma solução proprietária de orquestração de nuvem e terminou por aderir ao Open Stack. O mesmo aconteceu em relação à IBM. Essas decisões reforçaram nossa tese de que a nuvem governamental brasileira deveria ser livre”, considerou o diretor-presidente.

Mazoni explicou que a inauguração da nuvem será com o projeto “Cidades Digitais”. “Vamos oferecer ferramentas que irão facilitar não só a gestão das Prefeituras, mas também o atendimento à população”, explicou. O pacote de serviços inclui sistemas de ouvidoria, gestão de saúde básica (já integrado ao cartão único de saúde), educação, gestão escolar e suíte de comunicação. 

Desafios

O presidente do Serpro afirmou que a nuvem brasileira está completamente estável e preparada para um acesso três vezes maior que o previsto. No entanto, ainda existem alguns desafios. Ainda é necessária uma cultura de bons arquitetos para construção de sistemas no novo modelo. Há, também, questões envolvendo a integração do modelo em nuvem com o modelo atual. Uma outra questão a ser trabalhada é de como estabelecer “modelos de transbordo” entre nuvens diferentes, permitindo uma troca de informações que evite a sensação de rompimento entre um ambiente e outro.

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